Atividades desenvolvidas pelo Pibid Pedagogia/UEMS (Dourados-MS), na EM Avani Cargnelutti Fehlauer.
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
II Congresso de Educação UFGD: apresentação de trabalho
Registro da apresentação de trabalho do Pibid, no II Congresso de Educação de Dourados, pela bolsista Mirlene Dalio Ribeiro, em 08 de agosto de 2016, na UFGD.
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
II Congresso de Educação UFGD: apresentação de trabalho
Registro da apresentação de trabalho do Pibid, no II Congresso de Educação de Dourados, pela bolsista Jéssica Dias Gomes, em 08 de agosto de 2016, na UFGD.
sábado, 6 de agosto de 2016
Diário de pibidiana: O CASAMENTO DE ONILDA NO OLHAR DE UM PRETENDE
Amanda Ladislau dos Santos (III Ano pedagogia)
Olá querido leitor(a)!
Você conhece a história da Bruxa Onilda?
Onilda é uma bruxa muito famosa. As autoras Roser e Enric fizeram uma coleção de histórias, contando situações que Onilda viveu.
Eu faço parte de um grupo chamado Abayomi
(encontro feliz na língua africana), que surgiu como consequência de outro
grupo, realizado por acadêmicas da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
(UEMS), o Programa Institucional de Iniciação a Docência (PIBID). C
Depois de muitas conversas, decidimos adaptar o Casamento Da Bruxa Onilda para um musical, envolvendo poemas, canções orquestradas, brincadeiras de cantar, música popular brasileira (MPB), trilha sonora de filmes e parlendas. Tudo isso com o intuito de inserir as crianças ao “mundo dos livros”, despertando o gosto pela leitura de obras de qualidade.
Depois de muitas conversas, decidimos adaptar o Casamento Da Bruxa Onilda para um musical, envolvendo poemas, canções orquestradas, brincadeiras de cantar, música popular brasileira (MPB), trilha sonora de filmes e parlendas. Tudo isso com o intuito de inserir as crianças ao “mundo dos livros”, despertando o gosto pela leitura de obras de qualidade.
A trama é
baseada na vida da Bruxa Onilda que compra um lindo
lenço azul e o amarra em seu chapéu. A partir de então, surgem diversos
pretendentes querendo conquistá-la. Mas, para ser bem sincera, ela é bem
exigente, e ai que está o problema.
No início eu disse que era uma das acadêmicas, mas, na realidade, eu sou um dos pretendes, sou o mais galante, claro que sou o Frankenstein.
No início eu disse que era uma das acadêmicas, mas, na realidade, eu sou um dos pretendes, sou o mais galante, claro que sou o Frankenstein.
Hoje eu vim aqui escrever um pouco sobre a história e abrir o coração.
Já são quase três anos de Abayomi, e de Bruxa Onilda. No ultimo dia 02 de julho
de 2016, tivemos a honra de apresentar a peça na Livraria Canto das Letras,
estamos agradando públicos de todas as idades. A livraria estava lotada, tanto
de crianças como adultos.
Vou descrever um pouco do dia. Tudo ocorria bem. Chegamos adiantas, como
previsto. Nos arrumamos, finalizamos os últimos retoques no cenário e na mesa
de som. Tudo preparado, o público começou a chegar e ficamos concentradas, ops
concentrados, esqueci que entrei no personagem e me tornei um pretendente, no
andar de cima.
Estava ansioso e confiante. Nesse dia, inovei e levei uma rosa para
entregar Para Onilda. Todos os pretendentes estavam juntos, imaginem como foi à troca de
olhares. Mas acho que era medo do público. Porque será que os adultos
nos preocupam tanto? Estávamos acostumados apenas com o público infantil,
teríamos então um desafio.
Começou! Bruxetes à postos. Cada pretendente teve sua chance de conquistar a Bruxa, e eu
também... Acreditem que fui rejeitado outra vez? Ela jogou meus presentes no chão,
disse que eu já dei um fora nela no passado, “marquei bobeira”.
Algumas pessoas ainda me confundem com o Hulk, deve ser por causa da minha força, mas demos um jeito, confeccionamos um parafuso para minha cabeça (observem na foto), Acho que fiquei mais a cara do Frank (para os íntimos).
Algumas pessoas ainda me confundem com o Hulk, deve ser por causa da minha força, mas demos um jeito, confeccionamos um parafuso para minha cabeça (observem na foto), Acho que fiquei mais a cara do Frank (para os íntimos).
Ao final da peça, Onilda escolheu um cara lá (sem spoilers, leia a história) e ainda
chamou todos os pretendentes para uma festa. Comparecemos porque somos educados, claro
sem mágoas. Contudo, nem tudo saiu como o esperado, adivinha o que aconteceu?
(leita a história)
Mas como sempre ocorre na vida, tudo saiu bem. O publico amou. Cada olhar, cada gesto
compartilhado com um dos personagens não tem preço. E, como sempre, me emocionei
no final.
Acho que nunca fomos tão aplaudidas, foi de arrepiar. Sabe aquele medo dos adultos? Foi superado, eles estavam animados e empolgados tanto quanto as crianças.
Acho que nunca fomos tão aplaudidas, foi de arrepiar. Sabe aquele medo dos adultos? Foi superado, eles estavam animados e empolgados tanto quanto as crianças.
Confesso que me senti uma celebridade, foram muitos flashes. Os adultos
não queriam ir sem que seus filhos tirassem uma foto com o elenco. E, “cá” entre
nós, eles também queriam fotografar, mas devem ter ficado com vergonha, rsrs. E assim
acompanhamos cada um se retirar do local. Organizamos tudo. Estamos ficando
profissionais. E mais uma vez, o dever foi cumprido.
Ah, será que um dia terei a chance de reconquistar Onilda?
terça-feira, 5 de julho de 2016
Um dia de aprendizagens. Diário de pibidiana
Amanda Ladislau dos Santos
(III Ano Pedagogia, 2016)
“”Ah,
Professora fica mais ! [...]”....
No dia 29
de junho de 2016, tivemos a honra de assistir a apresentação do trabalho de
conclusão de curso (TCC) de uma de nossas parceiras do Programa Institucional
de Iniciação à Docência (PIBID). O projeto da Jéssica tinha o seguinte título: Ah!
Professora fica mais... Seu trabalho foi baseado no desenvolvimento de uma
sequência didática (SD) do Projeto TRILHAS, sobre parlendas, com atividades enriquecedoras.
Posso afirmar isso, pois a ajudei a elaborar e aplicar as atividades para as
crianças do 1° ano Fundamental da Escola Municipal Professora Avani Cargnelutti
Fehlauer. Por isso, durante toda a apresentação, pude me lembrar dos momentos
inesquecíveis em que a auxiliei.
Você sabe
o que é o projeto TRILHAS? Se não souber, vou te explicar um pouquinho. O TRILHAS
é “[...]um conjunto de materiais elaborados para instrumentalizar e apoiar o
trabalho docente no campo da leitura, escrita e oralidade, com o objetivo de
inserir as crianças do primeiro ano do Ensino Fundamental em um universo
letrado” (BRASIL, 2011b, p.01). Ele configura-se como material de apoio ao
professor alfabetizador. Foi lançado pelo Ministério da Educação (MEC), em 2009, para
instrumentalizar e apoiar o trabalho docente no campo da leitura, da escrita e
da oralidade, com o objetivo de inserir as crianças a um universo letrado.
O TRILHAS tem nos ajudado muito a por em
prática, no Pibid, alguns sonhos até então considerados impossíveis para nós a
respeito da alfabetização. Nosso intuito é tentar ao máximo, minimizar as
práticas tradicionais nas quais que as crianças são meros telespectadores sem
nenhuma reflexão sobre a aprendizagem.
O TCC defendido pela Jéssica é uma prova de que
é possível, sim, adotar posturas construtivistas para alfabetizar letrando,
criando momentos de reflexão, fazendo com que nossas crianças desempenhem um
papel ativo no processo. Sabemos que não resolveremos todos os problemas da
escola sozinhas. Sabemos também que erramos, mas fazemos desses erros um passo
a mais no degrau da nossa formação para futuras docentes. Esperamos que esses
trabalhos sejam multiplicados e façam grande diferença no futuro do país.
Posso dizer que, no início, nossa colega
Jéssica se mostrou bastante nervosa, mas até nós, estávamos. Tentamos
acalmá-la. Dissemos a ela que tudo terminaria bem, pois conhecemos seu grande
potencial. Acho que uma de nossas colegas soube exatamente o que dizer no momento:
“Calma Jéssica, você que fez, mas que ninguém sabe o que dizer”. E foi isso que
aconteceu, ela soube direitinho o que e como apresentar sua pesquisa,
simplesmente “arrasou”. Não foi apenas uma apresentação. Tivemos uma aula de alfabetização
por parta dela e de nossas professoras: Giana, Juliane e Almerinda. Acredito
que todos que assistiram aprenderam muito sobre o tema. E, Claro, nossa Jessica
saiu com uma “preocupação a menos”.
Nesses
momentos, acredito que temos a oportunidade para trocar experiências ricas em
aprendizagens. São quase três anos juntas no Pibid, compartilhando os mais
diversos sentimentos, alegria, nervosismo e emoção, contando assim, uma com as
outras. E, pensando dessa forma, acredito que, junto com Jéssica, saímos todas
com a sensação de dever cumprido.
domingo, 3 de julho de 2016
Sarau na Livraria Canto das Letras (Diário de pibidiana)
Denise Yukari Iiyama
(II Ano de Pedagogia 2016)
Em uma tarde de
sábado, 02 de julho, ocorreu em Dourados- MS, na Livraria Conto das Letras, o aguardado
Musical “ O Casamento de Bruxa Onilda”, organizado pelas acadêmicas da
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) do Curso de Pedagogia, sob orientação
da Dra. Professora Giana Amaral Yamin.
Próximo às 16h, chegavam à livraria crianças
acompanhados de adultos para prestigiar a
peça. Antes de começar o espetáculo, para aguardar a chegada de todos as
“bruxetes” (personagens ajudantes da protagonista Bruxa Onilda, o grupo propôs brincadeiras
aos que ali estavam. Foram cantadas as músicas “João roubou pão”, para que as
crianças pudessem se conhecer e dizer seu nome; “Da abóbora faz melão”, a qual favoreceu
interação do grupo e “Joãozinho trabalha com o martelo”, para que todos
pudessem se “aquecer” para o início a peça.
De repente, começou a história. Surgiu no alto da
montanha uma Bruxa, uma visão que levou
as crianças “pregarem os olhos” em cada detalhe. A bruxa se aproximou do
cenário, perto da plateia, desceu pelas escadas para faxinar seu castelo.
E foi nesse momento que começou a emoção. Bruxa Onilda,
no decorrer dos dias, recebeu inúmeros pretendentes para pedir sua mão em
casamento. Do mais assustador, como o senhor Fantasm; o Vampiro, que de sua
boca derramava sangue; o valentão Lobisomem; o Frankstein (confundido com o
Hulk ) ao Esqueleto, rejeitado por
Onilda, por possuir um cachorro que poderia ser comido pela esposa. Ah, também recebeu
a visita da Múmia, coitada, nem ela sabia que era tão enrolada!.
No decorrer do enredo, com a vinda de cada personagens,
as crianças ofereceram conselhos à Bruxa:
-Nunca mais aceite
eles!
- Melhor, ninguém!
- Além de não te
conquistar, faz mais sujeira pra você limpar!
Disse um menino sentado na primeira fileira.
A plateia percebeu que a Bruxa iria ficar sozinha
mesmo , e quando a narradora perguntou o que a Bruxa iria fazer
ao dispensar mais um candidato, as crianças imediatamente responderam:
- Faxina...
Quando mais nada parecia dar certo, eis então que surgiu,
bem lá no alto, no topo da montanha, um Bruxo garboso que dominava os segredos
de feitiçaria, assim como a Bruxa Onilda . O amor surgiu no ar. Flores foram arremessadas
e um poema foi declamado, uma situação que motivou a participação das crianças.
Muitos gestos e palavras à Onilda: “Casa logo”!
Não foram só as crianças que estavam emocionadas.
Entre as vozes dos pequenos, ouvimos uma voz adulta. Era a de uma mãe que, lá
do fundo, gritou: “Vai ficar encalhada se não casar com ele”!
Como a Bruxa não resistiu ao pretendente, As Bruxetes,
ajudantes da Bruxa, prepararam o local onde ocorreria a cerimônia. Enfeitaram as escadas, recepcionaram os convidados. Duas
crianças participaram da cerimônia como o noivinho e a daminha de honra . Todas
as crianças quiseam participar desse momento:
- Me chama, eu
quero.
-Posso ir também?
Mas, quando
parecia que teríamos um final feliz, uma notícia muito triste foi anunciada
pela narradora: o tão esperado casamento não aconteceu. Foi o momento da peça
no qual , no mesmo dia, a Bruxa passou de solteira para casada e de casada para
viúva.
Com tudo isso,
vocês pensam vocês que Onilda se entregou? Não! Ela era uma mulher forte,
independente. “Sem abaixar à cabeça”, Onilda encerrou a faxina do seu castelo e
saiu voando com sua vassoura para conhecer o mundo afora e fazer amigos. Querfinal
mais surpreendente?
Foi desse jeito que “Nossa história entrou por uma
porta e saiu por outra, quem souber que conte outra. ” Ao término, as crianças se
aproximaram de todos os personagens para uma sessão de fotos.
O Musical contribuiu para a ampliação do repertório
cultural das crianças que nos prestigiaram, e para nós, futuras professoras,
foi uma grande experiência. No fim da peça o que fica foi um “gostinho de quero
mais”. Um menino olhou para a narradora e disse: “Já acabou?”.
Nós, pibidianas, percebemos que as sensações de
vergonha, de ansiedade de que nada daria certo, que nos acompanharam até então,
simplesmente desaparecem. Fomos tomadas pela emoção. Mesmo conhecendo as
músicas “de cabo a rabo”, as quais compõem o musical, sentimos novamente aquele
“friozinho na barriga” e aquele arrepio quando ouvimos uma boa música.
sexta-feira, 1 de julho de 2016
Diário de pibidiana: Momentos bons que a música pode proporcionar
Adriana Pizatto (II ano de Pedagogia)
Dia 21 de Junho de 2016. Estava uma manhã
fria que nos "convidava" para ficarmos quietinhos.
Porém, nosso planejamento estava recheado de músicas e brincadeiras, o que exigiu muitos movimentos, a começar pela história escolhida, “A Nuvenzinha
Triste”, que possuía músicas no enredo, a maioria com ritmo agitado.
Durante a exploração da história, as crianças
se envolveram. Sem se importar com o frio, fizeram os movimentos para imitar a
nuvem quando queria se transformar em outra coisa: “a nuvenzinha espichou e encolheu, espichou e
encolheu e se transformou”.
Ao termino da história, as crianças se
colocaram de pé e começaram a dançar as músicas que fazem parte do enredo. Isso
não estava no nosso planejamento. Não imaginávamos que elas fossem interagir de
tal forma com as músicas e nem que haveria necessidade de propiciar-lhes tal
momento. Cada uma criou seu próprio modo de dançar, algumas fizeram duplas,
pois, para elas assim seria o modo correto de dançar tal ritmo.
Seguindo com nosso planejamento, relembramos
com as crianças a música “Os bichos dormem”, a qual também exige movimento,
pois, tem “bicho que dorme em pé, tem bicho que dorme deitado e tem bicho que
dorme até sentado”. Durante a música, brincamos com o corpo. As crianças se divertiram,
fizeram todos os movimentos, não queriam perder nenhum. Ao final da música
pediram que repetíssemos, pois, queriam brincar novamente. Assim, o fizemos.
A próxima música selecionada em nosso
planejamento foi a “Rola Bola”, a qual utilizaríamos um pano grande, com várias
tiras. Nossa ideia era pedir que as crianças segurassem o pano e, no decorrer da
música, jogaríamos uma bola e elas não poderiam deixar a bola cair do pano.
Para isso não seria necessário utilizar força, e sim se movimentar conforme o
ritmo.
As crianças não conheciam a música, pedimos que
elas deitassem e que fechassem os olhinhos para sentirem o ritmo e a
conhecessem. Algumas começaram a rolar no chão como se fossem a bola mencionada
na música. Com isso, percebemos que elas criaram uma forma de brincar.
Quando lhes mostramos o pano, o material da brincadeira,
as crianças ficaram encantadas. Quiseram tocar nas tiras, entrar embaixo e
descobrir a sensação. De início, não permitimos que elas fossem para debaixo do
material, pois, queríamos que elas vivenciassem o ritmo da música e o movimento
que a bola faria. Elas acharam divertido o movimento que a bola fez em cima do
pano, riram e disseram umas às outras: “cuidado pra não cair”, “vai devagar”,
“joga pra mim”. Em todo momento interagiam.
Já na segunda vez que brincamos, pedimos que um
grupo pequeno de crianças fosse pra debaixo do pano para que pudessem ter uma
sensação diferente. Percebemos que as crianças queriam puxar as tiras, algumas queriam
chutar bola que estava rolando em cima do pano. Outras, simplesmente, fecharam
os olhos e sentiram as tiras em seu corpo. No decorrer, fizemos o mesmo com o
outro grupo de crianças.
Ao término da brincadeira, perguntamos o que
sentiram e as respostas foram fascinantes. Nos disseram: “faz cosquinha”, “é
tão macio”, “é bem colorido”, fez cosquinha no meu olho” e “senti o chão tão
macio lá embaixo”. Percebemos que cada criança explorou de uma forma e cada uma
teve uma sensação diferente.
A última brincadeira escolhida foi com a música
“Pano encantado”. Apresentamos a música para as crianças. Devido ao áudio não
estar adequado, decidimos brincar para que conhecessem a brincadeira. Então, as
crianças ficaram encantadas. Ao final, bateram até palmas e nos disseram que
gostariam de brincar também. Infelizmente, avaliamos que a quantidade de panos individuais
foi insuficiente para a quantidade de crianças. Improvisamos. Pedimos que elas pegassem
suas blusas de frio e utilizamos um outro pano maior como apoio, no qual as
crianças dividiriam para brincar.
No decorrer da brincadeira percebemos que as
crianças estavam felizes, pois tinham adultos mediando a brincadeira e, também,
pelo fato de o pano poder “se transformar” em várias coisas. Tivemos uma
preocupação com as crianças que dividiriam o pano maior, porém, todas
participaram de forma igual, o dividiram sem nenhum problema e uma cooperou com
a outra para que juntas conseguissem o objetivo. Perguntamos a elas o que elas
queriam que o pano fizesse, e então cantamos: o pano encantado fez uma saia bem
bonita, um chapéu bem bonito e uma capa para voar.
A prática de hoje nos levou a pensar o quanto a
música e a brincadeira são importantes na Educação Infantil e devem, sim, fazer
parte do cotidiano da escola, pois, na Educação Infantil se aprende brincando e
o que é importante é o desenvolvimento da criança.
Defesa de TCC: Jéssica Dias GOmes Garcia
“Ah, professora, fica mais [...]”? alfabetizando
com parlendas no ensino fundamental
O trabalho de Jéssica Dias Gomes Garcia (30 de junho de 2016) apresenta e analisa os caminhos traçados para o
ensino da alfabetização, orientados pelo Projeto Trilhas, o qual integrou as
ações o Programa Institucional de Iniciação à Docência – Pibid, do Curso de
Pedagogia da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. A proposta foi desenvolvida
em uma escola municipal de Dourados-MS, nomeadamente a EM Avani Cargnelutti
Fehlauer, no de 2014, envolvendo crianças do segundo ano do ensino fundamental,
em fase de alfabetização. Os encontros com a turma ocorreram duas vezes por
semana, com cerca de duas horas cada. Utilizamos como metodologia o
desenvolvimento de uma sequência didática, com oito atividades, organizadas de
acordo com as orientações dispostas no Cadernos Orientações Trilhas Parlendas, as
quais sofreram adaptações para atender as especificidades e potencialidades das
crianças. A sequência didática explorou o gênero textual parlendas, que integra
a tradição oral brasileira. Como resultado, percebe-se que, além de ampliar o
repertório cultural e vivenciar brincadeiras, as crianças foram desafiadas a ler
sem saber ler convencionalmente e a arriscar hipótese acerca dos textos
trabalhados.
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