Atividades desenvolvidas pelo Pibid Pedagogia/UEMS (Dourados-MS), na EM Avani Cargnelutti Fehlauer.
quinta-feira, 18 de junho de 2015
O que é que tem na sopa do neném?
"O que é que tem na sopa do neném?", foi uma sequência didática desenvolvida com as crianças da Educação Infantil, que utilizou como apoio a canção de Paulo Tatit e Sandra Peres (palavra Cantada).
O que que tem na sopa do neném?
O que que tem na sopa do neném?
Será que tem espinafre?
Será que tem tomate?
Será que tem feijão?
Será que tem agrião?
É um, é dois, é três...
O que que tem na sopa do neném?
O que que tem na sopa do neném?
Será que tem farinha?
Será que tem balinha!?
Será que tem macarrão?
Será que tem caminhão?!
É um, é dois, é três...
O que que tem na sopa do neném?
O que que tem na sopa do neném?
Será que tem rabanete?
Será que tem sorvete!?
Será que tem berinjela?
Será que tem panela!?
É um, é dois, é três...
O que que tem na sopa do neném?
O que que tem na sopa do neném?
Será que tem mandioca?
Será que tem minhoca!?!
Será que tem jacaré!?!
Será que tem chulé!?!
É um, é dois, é três...
O que que tem na sopa do neném?
O que que tem na sopa do neném?
Será que tem alho-poró?
Será que tem sabão em pó?!
Será que tem repolho?
Será que tem piolho!?
É um, é dois, é três...
O que que tem na sopa do neném?
O que que tem na sopa do neném?
Será que tem caqui?
Será que tem javali?!
Será que tem palmito?
Será que tem pirulito!?
É um, é dois, é três...
O que que tem na sopa do neném?
O que que tem na sopa do neném?
O que que tem na sopa do neném?
O que que tem na sopa do neném?
As atividades, desenvolvidas pelas pibidianas Maiara, Mirlene e Larissa, favoreceram às crianças brincar com diferentes linguagens; ampliar seu repertório; explorar as propriedades do som e testar e ampliar estratégias de leitura e escrita:
-escuta da canção, com e sem apoio do CD;
- leitura "com os dedinhos"
- construção e leitura de cartaz ;
- cantar com apoio de instrumentos e de uma banda da cozinha;
- pesquisa de receitas de sopas;
- cartaz com lista de ingredientes de sopa;
- desenho
- brincar de mímica de fazer sopas;
- tomar sopa;
- construir a receita da sopa da sala e levar à cozinha.
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| Explorando a canção com apoio de material. |
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| O ritmo da canção e os instrumentos. |
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| Cantando com a Banda da Cozinha, sugestão da Julia (de rosa, à direita) |
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| Cartaz construído pela turma. |
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| Quais os ingredientes são os da sopa? |
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| Desenhando a receita. |
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| Degustando...... |
Diário de pibidiana: Histórias e movimento da Educação Infantil
Adriana Pizzato
Bolsista Pibid
I Ano Pedagogia UEMS
I Ano Pedagogia UEMS
Ao entrarmos em sala, dia 09 de junho de
2015, as crianças nos aguardavam. Iniciamos com o momento de
relembrar os conhecimentos que havíamos aprendido. Resgatamos a música de
acolhida e ficamos surpresas, pois elas cantaram as músicas das
brincadeiras cantadas sem a nossa ajuda e relembraram todas as canções
aprendidas até o momento.
Depois, as levamos ao anfiteatro, onde
aconteceria a leitura da história “O menino que pensava balões”, com o
apoio de balões que representavam os pensamentos de alguns personagens. As crianças ficaram curiosas quando viram os balões, queriam saber o
que iria acontecer e participaram.
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| Momento da leitura, com apoio do livro e de balões. |
Após a leitura, recontamos a história
com o corpo. Percebemos que as crianças já estavam com maior equilíbrio e
avaliamos que algumas realmente se sentiam viajando em um balão, pois, em
alguns momentos, estavam com os olhos fechados, sorrindo.
No outro encontro, dia 16 de junho, iniciamos
a segunda parte da atividade. Lançamos o desafio de as crianças desenharem
balões que representassem seus pensamentos, assim como aconteceu na história, e
depois colaríamos os pensamentos em um balão para que eles voassem pelo mundo.
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| Desenhando nossos pensamentos. |
Enquanto as crianças desenhavam, enchemos
os balões, os amarramos em um barbante e os prendemos nas cadeiras aleatoriamente,
sem escolhas de cor, tentando que os meninos aceitassem a cor rosa, pois
percebemos que um deles manifestou interesse pela cor azul. A maioria dos
meninos não questionou nossa decisão, somente um, que ficou com o balão rosa e
disse “Professora esse balão é de menina”. Explicamos então que não existe
isso, que todas as cores são todas as pessoas. Não houve mais questionamento.
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| Existe balão de menino??? |
Com a proposta, as
crianças fizeram vários desenhos de seus pensamentos e falaram sobre eles. Exploram
e dividiram as canetinhas, e, ao término, guardaram todas, conferindo se a
quantidade estava correta.
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| Foram muitos os pensamentos.... |
Quando todos já haviam terminados e, com
seus balões colados, propusemos, com a colaboração da professora da sala, que
eles fossem correr com seus balões fora da sala, pela escola. A principio, imaginávamos que as crianças iriam apenas brincar em um espaço pequeno em volta da sala, mas, quando percebemos, estavam correndo por toda escola, explorando todos os espaços.
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| Brincando com os pensamentos no espaço da Escola. |
Apenas uma criança não aceitou seu balão,
pois era azul. Disse: “Não brinco” e chorou porque não queria o balão rosa que, na sua concepção, é "cor de menino". A professora conversou
com ela sobre a questão, porém, ela não ficou contente como os outros.
Ao término do semestre, podemos avaliar
que as crianças melhoraram o equilíbrio, conheceram músicas populares que hoje
são esquecidas pela mídia, brincaram, aprenderam a ouvir seu corpo, e usar a
imaginação.
Nós, pibidianas do primeiro ano de
pedagogia, aprendemos que nem sempre as atividades ocorrem conforme o
planejado; conhecemos formas de acalmar a turma quando ela estiver agitada,
importantes no nosso dia a dia como profissionais.
O momento da história e de
reconta- lá com o corpo sempre será um grande desafio para as crianças, pois
exige concentração.
Biblioteca Viva. Juliana Mazini
Por Juliana Mazini
(Discente Pibid UEMS)
O Pibid/UEMS da Escola Municipal Avani
C. Fehlauer, em Dourados (MS), que desenvolve projetos voltados à área de
alfabetização, do letramento e da musicalização, também trabalha intensamente
para colaborar com a formação do sujeito leitor por meio do “Projeto Biblioteca
Viva”.
Acreditando na importância da
literatura como instrumento de emancipação do sujeito, o referido projeto desenvolve
ações com seis turmas de crianças do segundo ao quinto ano do Ensino
Fundamental, dois dias por semana, realizando leituras de livros de diversos
gêneros textuais, explorando as culturas do Brasil e do mundo, conhecendo
autores, possibilitando que o leitor aprenda a se relacionar com os livros, a
ler e a encantar-se com o vasto universo que as obras carregam. Somado a isso, os leitores protagonizam momentos de
leitura e compartilham descobertas com os colegas, tecendo uma rede de
aprendizagens coletivas.
Com o desenvolvimento da “Biblioteca
Viva”, no início de 2015, observamos mudanças significativas no comportamento
leitor dos alunos bem como no comportamento leitor das professoras pibidianas
em formação. O Pibid/UEMS promove ações de formação inicial para a docência que
extrapolam conhecimentos da sala de aula, veiculados na universidade, mas que
estão diretamente ligados à realidade da escola básica. O Pibid forma o
professor reflexivo sobre a sua própria prática a partir da união com a teoria.
Nesse contexto, ressaltamos o impacto do
programa na escola, que vem a cada etapa, revelado na aprendizagem dos alunos e
a troca de conhecimentos entre a universidade e professoras, o que reflete
ações importantes de formação continuada.
Em relação à UEMS, destacamos a
formação de professores capazes de refletir sobre sua ação. Por fim, o Pibid
valoriza a profissão docente porque compreende a relevância do conhecimento do
professor da escola na formação do professor iniciante.
O grupo que atua na biblioteca escolar,
desenvolvendo o Projeto “Biblioteca Viva”, é composto por uma professora supervisora,
parte do corpo docente da escola, que contribui com a sua experiência e
conhecimento da prática, e por acadêmicas de Pedagogia (duas bolsistas e duas
voluntárias), que estão comprovando o impacto do programa para sua formação
inicial.
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